Quarta-feira, 24 de Novembro de 2010

COMO LIDAR COM OS NAMOROS DE HOJE...!!

 

O namoro representa uma fase de conhecimento mútuo do casal, concordo, nessa fase eles se encantam e se conquistam a todo o momento, concordo, nela percebem as semelhanças e as diferenças que os irão aproximar ou fazer com que terminem a relação, concordo,  o que muda ao longo do tempo é a forma como acontece este conhecimento, con..cor..do!!..

  

 

 

Ou seja, antigamente...

 

O casal não podia ficar junto sozinho, havia sempre alguém vigiando, o que dificultava o conhecimento de ambos, o facto de não ficarem a sós, causava constrangimento e impedia-os de trocarem ideias, caricias, e se conhecerem mais a fundo, havia toda uma série de regras e normas de boa conduta que fazia com que o casal apenas revelasse algumas facetas de si mesmo, até pela falta de intimidade e de tempo entre eles, porque havia horários e dias restritos para o namoro. As surpresas ficavam todas para depois do facto consumado, bom ou mau...o que dizer, posso assegurar que nunca conhecemos 100% quem vive e dorme connosco uma vida inteira quanto mais num namoro vigiado.

 

Actualmente.....

  

O namoro é muito mais aberto, existe mais informação, logo mais comunicação, o que facilita o papel dos pais, surgem outras preocupações, que ofuscam a vigia a um namoro, ou seja, a realidade é que, damos por garantido, o sexo. O que podemos fazer, dar graças pelo facto de sabermos que se protegem, ou pelo menos de ter plena consciência dos avisos e cuidados.  Sabemos que, a sexualidade é um factor importante para a manutenção de um relacionamento, embora não seja o factor preponderante, logo, a partir dessa intimidade, acreditamos que, o casal deixe revelar grande parte das suas facetas, em conversas, troca de ideias, carícias, gestos, ou atitudes, propiciando um conhecimento mútuo mais profundo entre eles,  mas.....

 

 

Nem tanto à terra, nem tanto ao mar....

  

 

O que fazias, ou melhor ...qual a tua reacção, se entrasses em casa (ok...mais cedo, do que o costume)...sentisses assim um ambiente estranho, sei lá, tipo um silêncio esquisito, e de repente o teu filho (17 anos, namoro recente)...., surgisse todo despenteado, com ar de louco e ao mesmo tempo assustado, e te dissesse: Mãeeeee....vieste mais cedo, não é costume....

 

 

Vi logo o filme todo ...e confesso que fiquei a precisar de uma ginginha...Lolll...

  

  

  

Beijokas

Iz@

  

  

 

germinado por libel às 21:15
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30 comentários:
De Rosinda a 25 de Novembro de 2010 às 09:06
Olá Libel! Bom dia!
Nós somos engraçadas, e digo nós pois sei que ficaria como tu se me acontecesse isso. Então é assim , nós sabemos, aceitamos, mas ver mais de perto constrange-nos! É normal, tivemos uma educação mais rígida... Mas olha, antes em casa que no carro ou por aí em qualquer canto, com o frio que está o "puto" constipava-se!
Temos que levar na desportiva!
Beijinho
De libel a 25 de Novembro de 2010 às 10:24
LOLLL..Rosinda, eu sei que para eles é tudo normal, aliás quem estava a mais ali era eu, ou seja, vir mais cedo naquele dia para casa não foi de todo uma ideia inteligente..ahahha... , mas bolas, não peço muito, aliás não sou picuínhas, mas pelo menos que possa entrar em casa e sentir que não estou a mais.

Ele deveria contar com esses imprevistos, ou então falar comigo e avisar-me que podia acontecer, nesse caso o risco de constrangimento para os dois lados seria bem menor, pois eu teria outro tipo de reacção e compreensão. Hoje em dia está tudo diferente, conseguimos avaliar factores muito mais revelantes que própriamente a surpresa de entrar em casa e dar de cara com uma situação destas, mas se existe confiança e à vontade para umas coisas, a mesma deveria existir também para evitar estas situações. Estou aberta a qualquer conversa, ele sabe, mas não gosto muito de surpresas.

Mas prontes, já acertamos agulhas, ele já levou com o cházinho de ervas e os ânimos estão de novo a marchar..., para a próxima já sei que levo com o "não incomodar na porta"...

Beijokas amiga...
De Genny a 25 de Novembro de 2010 às 09:22
Bom dia!
Pois.........são aquelas coisas que nós entendemos bem, mas quando são com os nossos ficamos assim..........a precisar da garrafa todaaaaaaaaa !!!
É uma situação que também me preocupa bastante. Como sabes tenho uma filha com 16 anos e embora ela tenha as ideias dela acerca desse assunto, porque ela acaba por ser o confessionário das colegas e então ainda não está preparada para essas coisas, como ela diz. Mas preocupa, sim! Hoje é demasiada liberdade, acho que acabam por não dar valor nenhum a nada, nem a eles próprios.
Um abraço apertadinho e guarda um cadito da ginginha para mim, tá?!
De libel a 25 de Novembro de 2010 às 12:06
Olá Genny,

Neste caso, falo assim um pouco mais à vontade, porque se trata do meu rapaz, apesar de defender direitos e tratamentos iguais, existe sempre uma forte inclinação para excessos de zelo em relação ás meninas, e sabemos bem porquê, no entanto, sou a primeira a alertar tanto um como outro sobre os cuidados e precauções. Não quero antecipar preocupações em relação à minha filha, pois só iria permitir que os cabelos brancos invadissem a minha cabeça, mas temos que estar preparados para estas modernas liberdades e mentalidades, que até compreendemos e aceitamos quando bem geridas e dentro de uma idade razoável que permita um conhecimento agradável e uma experiência saudável. Temos que acompanhar e estar atentos, para que não se ultrapassem certos limites, mas sempre com o intuito de proteger e não de julgar.

Dão valor sim, mas de outra maneira, com outros conteúdos, são mais desligados sim, mas ainda estão no começo, a aprender, a conhecer, a experimentar, temos que dar oportunidade à descoberta por eles próprios e dos seus sentires, eles sabem o que querem, com quem querem e quando querem..., respeitar e confiar faz parte, tudo o resto faz parte da vida!!...

Uma beijoka gande para ti e outra para tua filhota linda , ...bora lá à ginginha...
De DyDa/Flordeliz a 25 de Novembro de 2010 às 12:29
Eu ficaria assim e logo a seguir
Depois assim
Finalmente passado muito tempo
Quando a coisa viesse a lume

A casa ainda é minha (nossa). Logo, respeite-se o espaço que é comum com bom senso.

Avisava que estava com alguém e eu teria cuidado ao entrar (ou mesmo não entrar).
Gosto pouco de surpresas deste género.

Com jeito aceito tudo.
Sem falta dele sou ruim.

De libel a 25 de Novembro de 2010 às 13:31
Olá Flor,

..Em menos de cinco minutos, tempo necessário para eles se pisgarem em pézinhos de lã, eu passei essas fases todas..aahhahahh..., primeiro fiquei surpreendida pelo silêncio, depois quando ele apareceu meio atabalhoado e quase me fazendo sentir culpada por ter vindo mais cedo para "MINHA" casa, fiquei sem reacção, a voz foi ficando cada vez mais fraca e perdi o piu..piu...., o que me valeu foi a ginginha..LOLLL...tb não queria ser desagradável logo ali, haveria tempo para falarmos, depois quando saíram, fiquei em pólvora, a digerir e a tentar perceber o que falhou, se deveria ter reagido de outra forma, finalmente passado algum tempo, as cores voltaram a normalizar e ele chegou; consegui falar com ele e explicar que não era assim que as coisas deviam funcionar..e blá..blá....tu sabes do que falo!!...aliás concordo contigo "com jeito aceito tudo, sem ele é ruimmmmm..."

O espaço é de todos, inclusive da irmã (mais nova), que poderia tb ter chegado mais cedo, admito que as hormonas estejam ao rubro, mas não admito que passe por cima de certos valores, respeito, confiança, direitos e deveres. Tem todas as oportunidades do mundo, só precisa de as aproveitar no tempo e momento certo.

Beijokas
De green.eyes a 25 de Novembro de 2010 às 12:41
Fico a imaginar a tua cara ...
E a dele também

Qualquer dia também me calha... lá por casa as ormonas também andam aos saltos ... sinceramente ainda não tinha me imaginado nessa posição, mas acho que ia ficar tipo inicialmente mas depois ia acalmar .

Nesse aspecto e em muitos outros sempre me achei uma mãe muito liberal, e para afrentex . Acho que eles devem ter direito a sua privacidade ... o que eu digo ao meu é :
Cuidado com quem fazes, como fazes e quando fazes. Tudo o que é demais perde um pouco o interesse.

Mesmo sem ter ainda apanhado um susto desses acompanho-te na ginja.

Beijinho
De libel a 25 de Novembro de 2010 às 15:15
Ahahahha...Green miúda safada, ri-te, ri-te...agora neste momento, estou bem mais aliviada, mas ali na hora, até engoli em seco, imagina a minha cara de abóbora, sem saber bem o que fazer, ora ía até à sala, ora até à cozinha, fazia barulho com os tachos, mexia nos talheres, não sabia se havia de fechar a porta da cozinha para eles sairem mais tranquilos, se deixava aberta para perceberem que quem estava no local errado na hora errada eram eles, afinal eu tinha todos os motivos para estar incomodada, mas é claro que não queria perder a razão, consegui manter a postura, depois de ingerir umas quantas ginginhas..o sangue estabilizou..

Também acho que devem ter a sua privacidade e em casa estão bem mais seguros e tranquilos, para além de terem outras condições, no entanto não devem esquecer outros factores, aqueles que permitem segurança e o bem estar de todos.

Ahahha...qualquer dia quando a tua razão de viver, nadar noutras direcções quem vai rir...quem é??... ...ginginha com elas...

De Marta M a 25 de Novembro de 2010 às 13:00
Libel :
Senti um arrepio conhecido na espinha ao ler-te.
Lembrei-me de situações semelhantes pelas quais passei ao criar dois filhos que hoje têm 24 e 25 anos...Rapaz e rapariga.
O mundo é diferente? Melhor? ainda não percebi, confesso. A rapidez com que as coisas evoluem hoje em dia poderá significar que o que "depressa" avança, "depressa" acaba?
Talvez.
No caso dos meus filhos tive algumas dores de cabeça e muitas noites de insónia. Procurei incutir-lhes (até à exaustação deles e minha!) valores substâncias.
E penso que hoje, olhando-os, os levam dentro e praticam.
Mas o caminho é longo e a vida também.
Isto de ter filhos é mais complicado do que parecia à partida...
Porque ninguém nos avisa antes, da alhada em que nos estamos e a meter?? ;)
Abraço e até qualquer dia ;)
Marta M
De libel a 26 de Novembro de 2010 às 14:45
Olá Marta,

Eu ainda respiro um pouco no intervalo entre os meus filhos, pois têm uma diferença de 4 anos, e parecendo que não, nesta fase acaba por dar um certo jeito, daqui para a frente não sei o que vai acontecer, mas costumo viver um dia de cada vez para não ficar velhota mais cedo!!...
Esta diferença (por enquanto) ainda me oferece vantagens, enquanto experiencio vivências com o mais velho, vou ganhando bagagem para mais tarde poder ajustar certos procedimentos em relação à mais nova, ou seja, vou conhecendo e aprendendo a gerir situações novas e a criar um suplemento de poder de encaixe, não garanto que resulte, pois cada um tem a sua maneira de ser e estar, mas pelo menos sinto-me mais confiante, informada e "pronta" para alertar, apoiar e sobretudo proteger.

Admiro a tua "coragem", ter filhos com apenas um ano de diferença, não é nada fácil, seja em qualquer das idades, são cuidados e preocupações muito idênticas e sempre a dobrar, acredito que as dores de cabeça terão sido igualmente a monte. Gerir e absorver a velocidade dos acontecimentos, a forma como são experienciados e vividos, e ainda incutir a todo o custo, valores e principios fundamentais para a formação e caracter de cada um, é de facto um dos papeis mais díficeis, o outro é natural e suaviza tudo, dar amor e sentir orgulho nos nossos filhos e de tudo aquilo que aprenderam connosco. Ter filhos, é complicado sim, é uma alhada de todo o tamanho, mas é também o que temos de melhor: Os nossos filhos.

Arrivederci Marta...
Baccis per ti...
De luadoceu a 25 de Novembro de 2010 às 13:20
Ola lIbel
Olha sinceramente nem sei que te diga
Ambos com certeza ficaram embaraçados com a situação
Mas espero que resolvam tudo da melhor amneira possivel
Nao posso dar ainda conselhos,pois a minha filha ainda e pequena e tenho receio de dizer o que nao devo

Qto ao namoro ser uma forma de nos conhecermos e a amizade aonde fica?
Mas tb e verdade,que nem oito,nem oitenta, pq as vezes e demais,outras de menos e nao ha meio termo
Nao sei se e bom viver com tantas regras ou com tanta liberdade

Bjinhos Libel
De libel a 30 de Novembro de 2010 às 10:36
Olá Lua,

Sinceramente não sei quem ficou mais embaraçado, mas gostaria que não voltasse a acontecer, pois asseguro que não é uma surpresa agradável para nenhum dos lados. Era bom, que nos dessem ouvidos e que não fosse preciso outro tipo de atitudes, mas nem sempre nos fazemos escutar ou somos levados a sério, o que traz consequências dificeis de gerir.

O namoro é uma forma de conhecimento mútuo, conforme referi em cima, a amizade continua, pois sem ela sequer teriam se cruzado certo??.. Tem que existir inicialmente uma empatia, uma atracção, e tudo começa com a amizade, o gostar de estar junto, o achar engraçado, o sentir-se bem, o sentir falta, o sorrir, o brincar, o querer bem, o proteger, tudo isso nasce com amizade, o namoro, vem reforçar e clarear sentimentos mais profundos, como o Amor.

Beijokas
De Existe um Olhar a 25 de Novembro de 2010 às 15:33
Quando li pela primeira vez o teu post e conhecendo-te como conheço imaginei como deves ter ficado com uma situação tão constrangedora.
Depois de ler as respostas aos comentários que te fizeram vi que não errei muito nas minhas suposições.
A Libel é brincalhona , mas quer respeitinho, eu sei, mas passada a fúria inicial sei que és mulher para ter uma conversa calma e esclarecedora com o teu filho, mesmo que seja necessário beber umas ginjolas.
Também me coloquei no papel dele, o miúdo se tivesse um buraco enfiava-se por ali a dentro, não deve esquecer este episódio nos anos mais próximos e até quem sabe ser um dia motivo de risota entre vocês dois , daqui a uns anos.
Com o meu nunca aconteceu, talvez porque não calhou, hoje já mais crescido subtilmente insinua que vai haver festa cá em casa e eu só tenho é que desaparecer.
Agora que estás mais calminha vá lá, manda daí um

Beijokas
Manu
De libel a 14 de Dezembro de 2010 às 10:59
Olá Manu,

Na verdade fiquei assim um pouco sem reacção, senti que algo se passava nas minhas costas, sabia que tinha de acontecer, mais cedo ou mais tarde, ali em casa ou noutro lugar qualquer, mas sinceramente tinha esperança que se fosse ali em casa, as coisas fossem diferentes, conscientes da segurança minima exigida em relação aos outros, o que não aconteceu, não fui informada, sequer questionada sobre. Tu sabes que sou compreensiva e até nem procuro motivo para implicar com ninguém, mas como dizes, gosto de respeitinho dentro do razoável e surpresas desta natureza dispenso. É claro que conversei com ele, sem ginginhas..lol..., era algo que não podia deixar passar em claro, mas por incrível que pareça, ainda levei rótulo de antipática..TÁSS.. por vezes parece que falamos com uma parede, são idades em que eles pensam que são mestres, tudo aquilo que lhes tentamos passar, está ultrapassado. Apetece abrir aquela cabeça e ...enfim...JÁ PASSOU!!...

Agora estás enganada, o rapazinho não ficou nada abalado, sequer se enfiou no buraco mais próximo, aliás saíu e voltou a entrar na desportiva, mais preocupado com a "cena chata" em relação à namorada, do que própriamente comigo!!..há coisas fantásticas não há....conseguir lidar em conformidade, sem ser demasiado cota, sem abdicar de valores e príncipios, sem perder o respeito e confiança, sem perder as estribeiras... é dose para uma Taurina!!..

Beijokas amiga...
De Paulo a 25 de Novembro de 2010 às 23:30
Olá Libel, estava na hora de o rapaz fazer pela vida LOL

O mais importante é ele saber que as "precauções" não são só da responsabilidade da bela escolhida, para não seres avó antes do tempo ehehehehheheh

Sabes, em outros tempos as raparigas eram mais bem elucidadas e guardadas, mudam-se os tempos mundaram-se as vontades, hoje são elas que além de escolherem quem e quando ainda são mais atiradiças que os rapazes.

Vejo pelo meu filho mais velho de 19 anos, tem duas namoradas que o não o largam, já lhe disse que não é correcto o que ele faz, namora com uma aos dias de semana e outra aos fins de semana, disse-lhe que ele as devia respeitar e escolher a que mais gostasse antes que elas descobrissem, pois eu entendia que namorar uma e com outra ter ocorrido numa festa um flirt ou umas hormonas descontroladas é uma coisa, outra coisa é estruturar os namoros em horários e ir conhecendo ambos os pais delas. Diz-me que gosta das 2 de maneira diferente e fala-me de tretas como poliamor (fonix o que eles agora inventam para legitimar os excessos que têm LOL) para não desistir das duas porque ambas o fazem feliz de maneiras diferentes (uma é apagadinha e timida que mais parece uma ratinha envergonhada, a outra parece a tempestade e dia de trovoada e é sem dúvida dominatrix adolescente, ripostei que se uma ou as duas lhe fizessem o mesmo, cada um ter outro boyfriend em part-time, ele não haveria de gostar nadinha, encolheu os ombros e para evitar retóricas de cariz filosófico só confidencia á mãe.

Que sorte, uma delas há uma semana e tal descobriu a existência da outra e já foi impondo condições de escolha (se fosse há 10 ou 15 anos atrás era zanga quase irreversivel, mas parece que nestes tempos as coisas são diferentes ... enfim), mais, ainda na 2ª feira passada ele teve comportamento estranho, a mãe na terça-feira de manhã fez-lhe a cama e encontrou uma caixa vazia da pilula do dia seguinte, pois é isto complica-se, algo saiu furado!!!

Podia continuar dizendo que ainda bem que tenho 2 rapazes e que eles até são certinhos, eu confio neles e tento elucidar para as responsabilidades e dificuldades que advém com a idade deles sempre a mudar, se tivesse uma menina, isto piaria fino, viraria detective super educador, pai galo, pai agressivo ao 1º sinal de rapaz nas redondezas, sim porque as raparigas também têm as hormonas aos saltos, mas a fazer ou pular a cerca, faz-se com a fineza da delicadeza da sensibilidade feminina e discreta como se quer, isto não é a la gardere ou é do povo, tenho 1,80m e sei ser agressivo (Touro de signo que fecha os olhos quando investe e leva tudo á frente .... até muros LOL), havia de haver respeitinho sim, porque isto de deixar a malta nova á solta só porque é a moda, comigo não pega, estou nas tintas para os nomes que me chamem, sei ser jovem, sei ser criança preservando-a ao máximo dentro de mim para a diversão ser eterna até ao último raio da aurora, mas respeitinho é muito bonito e a educação é uma responsabilidade.

Olha Libelinha, ainda podia continuar, pelas saudades de colocar aqui textos longos para me meter contigo (LOL), mas temendo na proporção da tua resposta comentário, resolvi a tempo de não esgotar os últimos 1000 caracteres ahaahhhahahah

beijinho amigo e fofo, dado em abraço caloroso
De libel a 14 de Dezembro de 2010 às 11:34
Olá Paulo,

Não sou contra, sequer impeço que ele faça pela vida, ou seja, tenha as suas experiências e aventuras e namoros e amores, enfim que viva, aprenda e construa alicerces para a sua vida futura, tudo serve de aprendizagem, desde que, os bons costumes se mantenham firmes e possamos conviver num ambiente solidário. Exijo respeito sim, é fundamental para a construção de carácter, não só em relação a ele, como a todos que o rodeiam.

Não quero que assuma esse "risco" como um hábito, qualquer coisa fútil, simples, normal, rotineira, básica, quero sim que avalie pela sua importância, pelo seu conteúdo e por tudo o que implica um acto desses, que extraia o que de melhor tem, a descoberta, a emoção, a companhia, o sentimento, a reacção, o prazer, o momento, a magia, ..enfim quero que viva e aprecie esses momentos, mas também que lhes dê o devido valor e sentimento entendes??...não quero que faça deles "coisas" descartáveis, só assim se consegue chegar ao verdadeiro Amor.

Quanto ao teu rapaz, tens aí um problema, ou melhor, ele tem um problema, dos grandes, sou sincera, não alimentava essa situação, sequer lhe passava a mão no pelo, quando não queremos algo para nós, devemos pensar, ou pelo menos tentar enfiarmo-nos na pele do outro. Tens razão em alertá-lo para as responsabilidades, para os incomodos e até sofrimento que uma situação desse genero pode trazer, espero que ele entenda a tempo, pois no final será ele o mais afectado.
As raparigas são bem atiradiças sim, mais do que eu gostaria de presenciar, no entanto tb conseguem ser mais adultas e objectivas e suportar bem melhor as perdas.

Beijokas amigo do coração...
De geriatriaaminhavida a 26 de Novembro de 2010 às 19:31
Pois, não é nada facil, naõ senhora.
a minha filha tem 20 anos e sempre lhe dei liberdade(dentro de alguns limites), poi acho que quanto mais se reprime pior será.
sempre falamos abertamente, sobre todos os assuntos, naõ que considere facil falar sobre sexo mas lá teve de ser.
Quando tinha 15 anos começou a sair até um pouco mais tarde. achei que estava na hora de a levar ao ginecologista. claro que não lhe ia dizer que queria que começasse a tomar a pilula para poder ter relaçoes. Disse-lhe que era melhor ir ao medico, pois como tinha dores durante o periodo talvez o medico achasse melhor tomar a pilula. Assim foi, e eu fiquei mais descansada.
Uma vez já ela namorava e antes de eu sair com o meu marido disse-me que iria ficar em casa sozinha pois o namorado não podia vir ter com ela.
Nessa noite eu tive de ir a casa e quando cheguei ouvi vozes dela e do namorado. Bom acredita que eu não sabia se havia de entar ou não , pois não queria presenciar algo que não quissesse ver.
Acabei por tocar à campainha e disse-lhe que me tinha esquecido da chaves. afinal estava tudo normal.
Eu é queestava a fazer um filme!
Mas não foi nada agradavel a sensação.
Estes nossos filhos deixam-nos com o coração aos saltos!
Beijinhos
De libel a 14 de Dezembro de 2010 às 11:58
Olá Maria,

Hoje em dia, sequer pensamos em proibir, visionar ou controlar, não nos valeria de nada, aos dias de hoje, por isso, apenas tentamos apoiar e proteger para que tudo aquilo que nos era completamente proibido no nosso tempo, se manifeste de forma prazeirosa e em segurança, hoje no tempo deles.

São acontecimentos naturais, com que nos deparamos mais cedo e se estivermos conscientes e abertos ao seu desenrolar, mais fácil se torna a aceitação e compreensão para tal. A preocupação maior, não excluindo, principios e valores passados, são as precauções e cuidados necessários para que as experiências de vida sejam saudáveis e sem surpresas. A partir daí, apenas tentamos que não banalizem, nem descartem estes actos pela banalidade, mas sim que todos eles sejam motivo de experiências e recordações bonitas, com um sabor de aprendizado e magia!!..

Mas estou contigo, quanto mais confiança depositarmos nos nossos filhos, mais abertura lhes damos para se abrirem connosco, bem como mais atrevimento temos para falar do assunto naturalmente, só assim os podemos ajudar em algum momento mais atribulado, partilhar informação e agir de cabeça despreconceituosa é sempre uma mais valia!!..

Já tens uma filhota bem grandinha, que fixe!!..Beijokas
De julieta barbosa a 27 de Novembro de 2010 às 03:02
Libelzinha,

Andei sumida... Tenho dito que estou sem inspiração para escrever até bilhetes. Mas, tenho lá meus motivos e, acredite, são fortes.

O interessante é que vim em busca da tua alegria e quando cheguei aqui, chorei. Explico: Tenho três filhos e a única filha que morava comigo, partiu domingo para Madrid. Foi fazer uma pesquisa para o seu doutorado e vai ficar por lá por um ano.

Imagine agora eu lendo o seu texto e um filme passando em minha cabeça... Ah, minha amiga, apesar de todas as travessuras dos nosso filhotes, que falta nos fazem! Houve um tempo em que eu desejei silêncio e solidão porque não aguentava mais administrar as diferenças entre a minha geração e a deles, mas hoje penso que eles são bem mais felizes e honestos que nós... Erram, mas não há nada que uma boa conversa não resolva.
E o mais importante: conservamos o respeito sem a necessidade de sermos opressores. Antigamente, a gente tinha mais medo que respeito, pois não nos era permitido nem falar, tampouco discordar dos rigores da nossa educação. Educar informando, orientando, aconselhando, ainda é a melhor solução. Bjs
De libel a 14 de Dezembro de 2010 às 12:19
Olá Julieta,

Como é bom falar contigo, ouvir a voz da experiência, ler a tua sabedoria e aprender com a tua sensatez. Nossa, como tinha saudades tuas, dessas palavras certeiras, desse conhecimento real, dessa tua consciência leve e sensata, desses teus conselhos e vivências tão sinceros. Amiga, eu sei que o período para ti está a ser díficil, que todos os sentimentos brotam, todas as inquietações ao invés de te espevitarem, te adormecem pela incapacidade que sentes de não poder fazer mais nada, mas tudo vai mudar, tu vais reagir e concerteza esse momento mais nebulado vai passar.

Tua filha foi em busca de aprendizado, não te vai dar sossego, um ano passa, assim...ô...num foguete, e tu ainda vais parar em Madrid e quem sabe, depois tão pertinho não dás um pézinho por aqui, vens provar a tal ginginha connosco, já andei cuscando por aí, e olha que fiquei super feliz só de imaginar essa alegria!!..

Vou ficar esperando novidades heimmm...não demora muito tá!!..
Te adoro viu!!
Beijos

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Uma cor suave...

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É onde todos vocês podem escrever
comunicar, informar, apresentar,

partilhar, sorrir e brincar. 
E tu também tens o teu cantinho?
Aquele onde as palavras se soltam

como notas de música...no ar.

Onde os sabores são néctares

e se misturam em páginas virtuais.
Eu tenho.
É aqui mesmo.
Entra e descobre tudo o que tem
num simples..."CLIC"..

 

*Voltem sempre!

Remédio santo...

 

Adrenalina ao rubro...

 

Equilibrio perfeito...

 

      = Família feliz

*Posts mais germinados

*tags

* todas as tags

*Obrigado Daisy e Tiger

*Eu participo


Amigos de longe que

gostava de conhecer

Lis-Brasil

A minha fotografia

Julieta-Brasil

Wânia-Brasil

A minha fotografia

Amigos que já conheço

Paulo-Lisboa

Manu-Óbidos

Mafalda-Lisboa

Lovenox-Coimbra