Saltar para: Post [1], Comentar [2], Pesquisa e Arquivos [3]

O meu cantinho

Semeia um pensamento e colherás um desejo, semeia um desejo e colherás a acção, semeia a acção e colherás um hábito, semeia o hábito e colherás o carácter...queres continuar...

O meu cantinho

Semeia um pensamento e colherás um desejo, semeia um desejo e colherás a acção, semeia a acção e colherás um hábito, semeia o hábito e colherás o carácter...queres continuar...

28.10.10

POR CÁ TEMOS ...."FATIAS DE CÁ"..


libel

 

RICHARD III...

 Manu porque tremes tanto??

      É da emoção...é da emoção, as mãos ficam suadas e ...o disparo fica nervoso pá...

               Ah...o disparo, ..claro....talvez isso com uma Água de Carvalheiro passe não??...

 

Duque de Gloucester, era...                                              

...um safado, uma serpente venenosa, assim lhe chamava sua mãe, um asno, assassino sem escrúpulos, coração de pedra, com a ajuda da Duquesa de Buckingham, foi nomeado rei, após ordenar a matança e conspirar sobre seus familiares, nomeadamente, seus irmãos, mais tarde sobrinhos, e todos aqueles que evidenciassem perigo, se tornassem fardos, traidores ou simplesmente dispensáveis. O objectivo era um só: suceder ao trono de Inglaterra!..Pobre de espírito mas com grande poder de persuasão, consegue seduzir várias mulheres e atingir seus propósitos, de nada lhe serve tanta arrogância e crueldade, a sua astúcia não o livra de flechas mortais na Batalha de Bosworth, desesperado, na tentativa de salvar a pele ainda grita: “um cavalo, um cavalo contra o meu reino”, uma frase que ficou célebre, mas que, de nada lhe valeu, acabando morto, como um javali abandonado!!..Bem feito!!...nunca gostei de reis malvados, convencidos e gabarolas!!..Este Richard teve o que merecia.

 

 Distilaria da Brogueira em Torres Novas

 Foto de Pedro Semedo da Galeria de Browserd

 

O "Fatias de Cá" com um elenco maravilhoso levou-nos até à Distilaria de Brogueira, em Torres Novas, um lugar estranho, diria até, entregue ao abandono, no entanto, no seu interior sentimos precisamente o contrário, um acolhimento caloroso e um aconchego familiar. Fomos recebidos na zona das refeições, uma sala enorme, com paredes forradas a pão de lenha, iluminada pela luz fraca das lamparinas de ferro, dispostas graciosamente ao longo do balcão de serventia. Uma salamandra ao fundo queimava nacos de madeira, as chamas crepitavam, desenhando um ambiente de tonalidades quentes e abrindo caminho para mesas e bancos compridos de madeira , revestidos com toalhas de linho, convidando a sentar...

 

E nós assim o fizemos....como meninas bem comportadas que somos!...

Manu, Libel e Mafalda em Torres Novas

 

 

...Um quadro sem pretensão a beleza, emoldurado pelas cores e cheiros do Outono, conquistando os nossos sentidos!!...O vinho maduro, num vermelho quente, aguardava impaciente,.. o pão escalava montanhas em cestos de verga, o chouriço cortado em rodelas finas, seduzia as nossas pupilas gustativas, braços no ar, toques de vidro, ali se brindou à amizade, ao convívio e a mais um espectáculo que prometia suspiros de fascinação. A salientar a boa disposição do público, ao longo do percurso, nas várias deslocações, na interacção, proximidade, registos e cumplicidade. Um teatro, uma peça, uma história, uma diferente forma de representar, uma diferente forma de apreciar e uma diferente forma de viver. Criatividade, argumentação e encenação mais perto de si. Uma mistura de arte, cultura e representação, traduzida numa só palavra: PAIXÃO. É algo que aguça a curiosidade, que cria expectativa, acende a fogueira, dispara flechas e desperta corações. É algo que seguramente partilhamos com um gostinho especial.

 

  

 

Não estava a falar do delicioso manjar que provamos a seguir, mas que, igualmente merece destaque, vou apenas salivar um pouco, começando pelo caldinho de legumes quentinho, seguido de um assado com puré e macedónia, regado com sorrisos e temperado de conversas animadas.

 

 

Os  “fatias de cá” juntaram-se a nós neste simpático convívio, adocicado pelas fofas, amarelinhas e verdadeiras “Fatias de Tomar”, mergulhadas em calda e acompanhadas pelo delicioso café da avó.

 

 

         "Não resistimos nem a uma ideia nova nem a um vinho velho" é o lema deste grupo teatral encenado por Carlos Carvalheiro.

 

 

E nós ...não resistimos nem às fatias douradas, nem aos "Fatias de Cá", um elenco excelente, que transpira simpatia e humildade..e...calor humano e...esta aproximação dá-me assim uns calores e....

                    é melhor ficares por aqui...

pois..é melhor é....porque a minha vontade era....

                               pois...nós sabemos...mas pf. cala-te...

                                 

 

                                                  Um grande beijinho a todos

Iz@

 

2 comentários

  • Imagem de perfil

    libel

    29.10.10

    Ora ainda bem que chegaste, está aqui uma pessoa entregue à bicharada, numa guerra de fatias e tu não dizes nada, já levei com várias flechas, uma no flanco direito, outra na rectaguarda, outra ...pronto..adiante, afinal em vez de me vires acudir ainda deitas mais lenha na fogueira, olha que já estou a destilar...loll....

    As duas estão feitas, já vi o filme todo, mas eu chego bem para um exército, quanto mais para duas miúdas casamenteiras, tenho o meu escudo protector e sai ....uma água de Carvalheiro faxavor, que já não me estou a sentir bem, a bem dizer deve ser da emoção das tuas palavras, falaste em sensações, fiquei aos tremeliques, esta fotografia vai sair tremida..ehehe..

    Também adorei estar convosco, é sempre um dia especial, o meu bom gosto reflecte-se nos vossos sorrisos!!..esses sim, faço questão que sejam de primeira qualidade e adocicados.

    Beijokas amiga..

  • Comentar:

    CorretorMais

    Se preenchido, o e-mail é usado apenas para notificação de respostas.